Durante o evento alguns planos de ações foram traçados para a divulgação do trabalho d@s catadores e a importancia da separação do lixo, como a realização de eventos em espaços públicos no último sábado de cada mês em bairros da cidade de Teresina. Participe e contribua!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
III Encontro de Catadores de Resíduos Recicláveis: Comunidade e Meio Ambiente
Durante o evento alguns planos de ações foram traçados para a divulgação do trabalho d@s catadores e a importancia da separação do lixo, como a realização de eventos em espaços públicos no último sábado de cada mês em bairros da cidade de Teresina. Participe e contribua!
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sábado, 11 de abril de 2009
Obrigada
Durante o processo de Conferência não sei se o cansaço é que nos torna mais sensíveis ou se realmente enxergar os frutos de um trabalho nos rostinhos e nas falas dos grandes-pequenos delegados(as) que se fizeram presente na cidade de Luziânia-GO. Estes vinham representando não somente eles, mas milhares que não puderam ir, mas que estavam ali presentes em vibração positiva. O fato é que a emoção vinha a tona a cada minuto do evento, vê-los muito bem articulados e confiantes no que estavam dizendo durante todo o evento, defendendo suas idéias e dispostos a aprender cada vez mais com o mundo do outro, parecia mágico.
Engraçado como esses grandes-pequenos delegados(as) nos mostram de uma forma pura e ingênua como nos colocar no lugar do outro é sempre preciso, entender, conhecer e respeitar a realidade do outro é necessário, para que possamos conviver em paz, não só como seres humanos mas como parte de um conjunto complexo que nos rodeia e do qual fazemos parte. Proporcionar a criação de novos conceitos partindo dos velhos em uma discussão com as mais diversas realidades e modos de ver o mundo, e com isso aprender que a sua verdade não é a única verdade a ser aceita.
Na verdade os CJtenses não eram facilitadores, eram meros observadores de um processo, que nós mesmo não acreditávamos ser capazes de ajudar a promover. Porém palavras são insuficientes para expressar a sensação que cada um de nós CJ que estiveram presentes na III CNJIMA sentiu ao ver a galerinha interrompendo a nossa ultima reunião avaliativa cansativa de fim de atividade gritando ativamente: "CJ eu te amo!", "Quero ser CJ".
Obrigada delegadas e delegados da III CNIJMA, você não estavam lá por nós, nós é que estavamos lá por vocês!
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
OBAMA não é IBAMA
por Francisco Borges “Chicao” Júnior
Crise financeira e um presidente liberal na frente da maior economia do mundo. Aliás, não só um presidente liberal, uma expectativa de liderança para a dita salvação da nação patriótica, Obama aparenta ser tudo aquilo que mundo estava esperando dos EUA.
Com a atual crise financeira afetando diretamente as maiores montadoras do mundo, como a General Motors, a Ford e a Chrysler, creio que o momento de negociações governo-empresas não poderia ser mais favorável. Com a necessidade da tão temida intervenção estatal no modelo neo-liberal, a possibilidade de imposição de mudanças aparece no cenário sócio-econômico.
Em outros tempos, a posição das grandes montadoras e indústrias petrolíferas desaceleravam(para não dizer barravam) a criação e adoção de combustíveis limpos para o uso da população, impedindo sua implantação em novos modelos de automóveis de maneira maciça. Esta é a hora.
Obama já inicia com mudanças em decisões efetivadas no governo Bush, como o poder dos estados de determinar os níveis de emissão de poluentes aceitáveis pelos carros recém-produzidos nas montadoras, fato que em outro momento econômico do mundo não seria possível. Sem falar também que os favoritos de seu gabinete estão alocados na Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e nas secretarias de Interior, Agricultura e Energia.
No entanto, a dita esperança que todo o mundo, literalmente, espera é demais para um presidente da nação que tem consigo o estigma da responsabilidade por boa partes dos problemas que afetam o planeta. As mudanças prioritárias são para o bem da nação americana e creio que se estas decisões começarem a alterar as expectativas dos EUA, Obama com certeza irá voltar atrás.
Isto mostra que o presidente eleito é frágil? Creio que não. O modo de vida americano já está arraigado de uma forma que as mudanças que acontecerão terão uma velocidade extremamente lenta, velocidade de mudança de culturas. A aceitação de consumir menos, produzir o necessário e ignorar o resto do mundo é uma “qualidade” que o povo americano se orgulha de ter e sofrerão muito para sacrificar esta cultura em prol de uma mais humanista.
Desta forma, Barack Obama pode até tentar mudanças efetivas no seu país, tanto na política externa como na interna, mas se o povo americano não mudar sua cultura, não tem líder de nação que irá aguentar a pressão de uma população enfurecida. Além do mais, Obama não é Ibama.
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sábado, 3 de janeiro de 2009
O pulsar do coração da Terra e a aceleração do tempo
Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens tem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem, foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela "ressonância Schumann" se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós.
Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta freqüência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas, submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.
Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui, abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o bioritmo da Terra.
Não pretendo reforçar este tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais serenidade, com mais amor, que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante, que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos.
A Terra Respira! Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela pela paz.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Carta de Responsabilidades do Piauí
Teresina, 10 de dezembro de 2008
Nós jovens delegados preocupados com o futuro do nosso planeta, participamos da I Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente do Piauí (CEIJMA) entre os dias 9 e 10 de dezembro do ano de 2008, com o intuito de preservar o meio ambiente elaboramos responsabilidades a fim de que possamos melhorar se possível, ajustar essa dramática situação que a Terra está passando. Esta carta que nós apresentamos agora é fruto de uma construção coletiva e participativa de 24 crianças que assim se fizeram eleitas por suas responsabilidades e comprometimentos pela causa. E que estão aqui representando a todos aqueles que participaram desta conferência.
Socializamos agora as nossas discussões:
Iremos mobilizar a população do Estado do Piauí, e com a nossa força de vontade, distribuídos pelos municípios do mesmo, englobando não só um único tema, mas todos, visando à melhoria da situação que se passa o ambiente em que vivemos.
Nosso estado é riquíssimo em recursos hídricos, no entanto há escassez em alguns municípios, mesmo assim nós em nome de progresso e do lucro esquecemos de preservar nossos rios. Um bom exemplo disso é a retirada das matas ciliares, tanto para a agricultura como na utilização da madeira, dentre outras. Com isso o solo fica desprotegido ocasionando a erosão e consequentemente o assoreamento, presentes nele; além do que a morte desses rios irá prejudicar toda a população. Visando tais problemas, após estudos se encontrou um meio de diminuir este assoreamento, ou seja, reflorestar as margens dos rios seria uma forma de amenizar este problema. Lembre-se “terra planeta água, a própria terra depende da água, sem exceção de nós seres vivos”.
O fogo é uma fonte de energia imensurável, mas seu poder é usado em sua maioria para a poluição. Hoje em dia o fogo é usado de várias formas, sendo que algumas prejudicam a camada de ozônio, provocando o efeito estufa, comprometendo o meio ambiente. Elemento utilizado na queima de combustíveis fósseis como petróleo, gás natural, entre outros, é responsável por grande parte da poluição natural. Sua força deveria substituída pelo poder natural das energias alternativas (água, vento, o sol e etc). isso acarretaria uma série de benefícios, como a diminuição da poluição, redução de gastos com energia e a consciência de estar ajudando a melhorara a qualidade de vida do planeta
O desmatamento da terra provoca erosões. Então nos responsabilizamos a fazer o reflorestamento das matas ciliares. A terra vai ter uma grande reposição de nutrientes e microorganismos ficando assim uma terra rica e fertilizada. O reflorestamento da mesma aumenta a captação dos níveis de CO2 e diminui o aquecimento global, o efeito estufa, o buraco na camada de ozônio, contribuindo assim para a redução da temperatura média do planeta. Todos sabem que o oxigênio que nós respiramos vem das árvores, se nós cortarmos essas árvores, tanto o planeta terra vai ser prejudicado como nós porque o oxigênio vai diminuir. A conscientização da população e o comprometimento para a arborização de ruas e praças das cidades contribui na melhoria do ar que respiramos.
Nossas ações devem ser: educar, plantar, limpar os rios e diminuir a emissão de gases poluente.
Restam a órgãos competentes, juntamente com alunos, professores e comunidade tentarem minimizar os problemas inclusos nos elementos estudados. Percebemos que a escola se faz enquanto um lugar privilegiado para a construção de uma outra consciência de preservação do nosso planeta.
Delegados da I Conferência Estadual Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente
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domingo, 23 de novembro de 2008
Ignacy Sachs propõe Outra Amazônia
(14/11/2008)
Cada vez mais conhecidas pela opinião pública, as ameaças à Amazônia permanecem, porém, imersas na bruma dos fatos lamentáveis, contra os quais as sociedades julgam-se impotentes. Sabe-se que as queimadas e a extração predatória de madeira avançam; que a criação de gado e culturas como a soja pressionam a floresta; que a falta de alternativas econômicas empurra parte da população para atividades destrutivas; que em determinadas áreas, como o sul do Pará, o Estado é quase impotente contra o poder econômico associado ao crime. E no entanto, a grande maioria dos que se sentem ultrajados não vê meios para agir. Faltam projetos, objetivos, indicadores: caminhos.Se a intenção é ir além do protesto, tem enorme importância a proposta que o economista Ignacy Sachs. Consultor especial da conferência Rio-92, considerado um dos criadores do conceito de desenvolvimento sustentável (ou eco-sociodesenvolvimento), Sachs fez conferência a convite de um conjunto de organizações da sociedade civil e de publicações alternativas (entre as quais Le Monde Diplomatique Brasil orgulha-se de figurar). Ele lançou, aos que estudam ou se interessam pelos ecossistemas amazônicos, pelo menos três considerações provocadoras. O documento-base que as expõe está disponibilizado no final deste texto.
Neste paper, o economista sustenta, primeiro, que para preservar a mata e seus biomas é preciso tocá-los. As abordagens que vêem a Amazônia como um território idílico, a ser protegido da ação humana, são, segundo ele, impotentes. Elas não levam em conta a existência de quase 25 milhões de habitantes, a maioria dos quais submetidos a condições de vida precárias. Enquanto não se oferecer alternativas sustentáveis a tal população, ela será atraída por ocupações como a extração predatória de madeiras ou minérios, a pecuária extensiva, os cultivos invasores e a indústria poluente.
Estamos, então, condenados a ser testemunhas de uma enorme tragédia? Não, responde Sachs. Para ele, a Amazônia, vista hoje como a última vítima da era do petróleo, pode ser, alternativamente, a primeira manifestação das biocivilizações contemporâneas. A crise ambiental que está produzindo o aquecimento do planeta, acredita o economista, abre espaço para o fechamento de um período historicamente determinado. A biomassa foi, durante quase dez mil anos, a energia que impulsionou a ação civilizatória do homo sapiens. Há duzentos anos, o uso dos combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) permitiu um grande salto – cujas conseqüências, contudo, estão se tornando devastadoras. Descobertas tecnológicas recentes permitem vislumbrar uma nova era de bioenergias: sol, vento, combustíveis vegetais. Nenhuma região oferece condições tão favoráveis para servir de laboratório desta nova era quanto a grande floresta sul-americana – onde água, insolação e terra são abundantes.
Embora doloroso, o colapso econômico e ambiental das lógicas de mercado pode estimular as sociedades, pensa Sachs, a reivindicar o direito de construir conscientemente seu futuro
Embora doloroso, o colapso econômico e ambiental desta lógica estimulará as sociedades, pensa Sachs, a reivindicar o direito – e assumir a responsabilidade – de construir conscientemente seu futuro. Isso significa estabelecer políticas que orientem e balizem a ação dos indivíduos e empresas. A criação extensiva de gado, que é altamente lucrativa – e por isso transformou-se em ponta-de-lança do desmatamento – pode ser desestimulada por meio de impostos dissuasórios. Em contrapartida, estímulos fiscais e de crédito adequados podem impulsionar a produção familiar ou cooperativada de alimentos e/ou biocombustíveis.
Sachs debruçou-se, nos últimos seis meses, num estudo exaustivo da realidade amazônica e dos mecanismos capazes de frear a devastação. O resultado do trabalho – que começou em seu gabinete, no Centro de Estudos sobre Brasil Contemporâneo, da École de Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, e terminou numa propriedade rural da Bretanha – é um paper de dezesseis páginas, intitulado Amazônia: laboratório das biocivilizações do futuro.
Denso e pontilhado de citações, mas de leitura sempre fluida e instigante, o documento reflete um pesquisador que, aos 81 anos, parece cada vez mais profundo e erudito – além de ter reforçado sua visão de ciência como meio de conhecer e transformar o mundo. Sachs desdobra a idéia de biocivilização em dois eixos de ação. Ele quer assegurar, o mais rapidamente possível, a garantia do desmantamento zero – uma proposta formulada por ambientalistas e movimentos sociais. Mas em seu texto, esta consigna não aparece como palavra-de-ordem retórica, e sim como objetivo a ser concretamente conquistado. Para fazê-lo, o economista sugere a conversão paper, oferecer ocupações sustentáveis e vida digna ao dobro de sua população atual das áreas devastadas. Embora representem apenas cerca de 20% da floresta original, elas equivalem a uma França e meia, perfazendo 750 mil quilômetros quadrados. Esta área, que hoje funciona como plataforma para ampliar o desmatamento, poderia, segundo o paper, oferecer ocupações sustentáveis e vida digna ao dobro de sua população atual.
O documento foge do padrão acadêmico tradicional e dá destaque aos estudos e pontos de vista produzidos pelos movimentos sociais e organizações da sociedade civil
Amazônia - laboratório das biocivilizações do futuro
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
I Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente- I CEIJMA
As atividades da III Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (III CNIJMA) são realizadas em três etapas: conferência na escola, conferência estadual e conferência nacional. Através das Conferências nas Escolas, os alunos foram estimulados a perceberem as questões sócio-ambientais da sua localidade e a assumirem responsabilidades diante destas questões, culminando na elaboração de projetos de intervenção da escola sobre o problema. A I Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (I CEIJMA) acontecerá nos dias 9 e 10 de dezembro deste ano, em Teresina no Instituto Superior de Educação Antonino Freire (ISEAF). O evento será restrito aos 100 delegados (com seus respectivos acompanhantes), sendo que durante a I CEIJMA estes delegados escolherão as 24 responsabilidades que irão representar o estado do Piauí na III CNIJMA em abril de 2009 - Brasília.
A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) é uma iniciativa do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental,órgão interministerial que agrega o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério da Educação (MEC). Sua primeira edição ocorreu em 2003, e a segunda, em 2006.
A partir da I Conferência, formaram-se em todo o país Coletivos Jovens de Meio Ambiente e, nas escolas, foram estimuladas a criação de Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida nas Escolas as chamadas COM-VIDAs, grupos de alunos responsáveis por desencadear ações de cuidado e melhoria na qualidade de vida dentro de suas escolas. As COM-VIDAS integram o Programa Vamos Cuidar do Brasil com as Escolas – MEC, que também nasceu da Conferência.
O tema da III CNIJMA é “Mudanças Ambientais Globais”. A fim de melhor abordá-lo, o MEC propôs a divisão em quatro subtemas: terra, fogo, água e ar e nós. Segundo os organizadores a idéia é que na preparação para a Conferência nas Escolas os quatro elementos sejam relacionados às questões sócio-ambientais locais de cada escola, vinculando-as às questões globais.
O que é a Conferência
A Conferência Infanto-juvenil pelo meio ambiente é um encontro onde são levantadas propostas coletivas para o fortalecimento da cidadania ambiental. A Conferência vem sendo realizada desde 2003 com as escolas de todo o Brasil, sob a coordenação do Ministério da Educação em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação.
Objetivos
Entre os objetivos da Conferência pode-se destacar o fortalecimento da Educação Ambiental nos sistemas de ensino, propiciando atitude responsável e comprometida da comunidade escolar com as questões sócio-ambientais locais e globais, com ênfase na participação social e nas melhorias das relações de ensino-aprendizagem
Quem participa
Estudantes do Ensino Fundamental, da 5a a 8a séries das redes pública e privada, urbanas e rurais, comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos rurais sem escolas nas últimas séries do ensino fundamental, também podem participar por meio das escolas da 1ª a 4ª séries. Estudantes com necessidades educacionais especiais participam sem restrição de idade, mas devem estar cursando as últimas séries do Ensino Fundamental.
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